Sexta-feira 13!

13 o número do azar!

13

A relação dos números com a nossa vida vem de muito tempo atrás. Na China, por exemplo, os algarismos “4” e “8” têm – até hoje – extrema importância para o povo chinês: o “4” é associado à morte e desgraça e o “8” tem a ver com prosperidade e felicidade. Por isso, em muitos edifícios de lá não existe o 4º andar e nem os andares terminados em “4” (14, 24, 34…).

Lá, aparelhos de telefone celular são escolhidos não pela cor ou design, mas pelo número. Se o cliente quiser comprar uma linha telefônica que contenha vários “8”, tem que pagar até 20 vezes mais do que aquele que tenha algum “4” no meio.

Mas aí – nesse caso -, a explicação dessa superstição pode ter origem no próprio idioma deles: a palavra “quatro” se parece muito com a palavra “morte” enquanto que a palavra “oito” se assemelha a “felicidade”.

Então, você me pergunta: Ôo DUDU, e o número 13? Cê num disse que ia falar do 13? Poha!
O “problema” com o 13 não é de hoje e tem várias origens prováveis. Uma das mais importantes vem da época de Cristo: A Bíblia diz que, durante a última ceia, Jesus sentou-se com os seus discípulos e o 13º era o Judas, seu traidor.

Outras culturas também contribuíram para dar a má fama ao “’13”. Há uma lenda da mitologia nórdica que diz que treze deuses se reuniram para um banquete e o favorito deles, Balder, foi morto por Loki, deus da trapaça, do mal e da discórdia.

O folclorista Mário Solto Maior conta, em seu livro Folclore quase sempre conta que historiadores nunca encontraram nenhum decreto assinado no dia 13 em toda a história da Roma antiga. Ainda, em 700 antes de Cristo, Hesíodo aconselhava a não plantarem nenhuma semente nesse dia.

Assim como acontece na China, nos edifícios da Europa o 13º andar é substituído por “12-A” e, nos Estados Unidos, muitos prédios não tem o bendito andar. Ah! as poltronas dos teatros de lá também não têm o 13.

Só pra lembrar, o número 13 não é só associado ao azar. 13 é o número da borboleta no jogo do bicho e também é o número dos anjos. Para muitos, o número 13 é Sorte pura.

Sexta-feira o dia do azar!

É muito difícil de se saber quando começou essa crença.
A origem mais provável vem também da mitologia nórdica que diz que a deusa do amor e da beleza era chamada Friga (surgindo daí o nome “friday” em inglês). Quando os nórdicos e alemães se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa e diz a lenda que ela ficou p. da vida e, a partir de então, toda sexta-feira a bruxinha se reunia com os outros 11 bruxos e, junto com o demônio, se reuniam (os 13) para azucrinar a vida de todo o mundo!

Também, na sexta-feira, foi o dia da semana em que Jesus foi cruscificado!

Agosto mês do azar!

“Agosto, mês de desgosto!” diz o dito popular. Mais uma das superstições que tem sua raiz na Antigüidade.

O oitavo mês do ano foi batizado com esse nome agosto em homenagem ao Imperador romano Augusto (ou Augustus), já que o mês anterior (julho) foi um presente ao seu antecessor Julio César. Os romanos escolheram o mês 8 porque foi nesse mês que aconteceram os fatos mais importantes da vida do imperador. Só pra citar um exemplo, foi em agosto que o Augusto conquistou o Egipto.

Mas os próprios romanos criaram uma lenda em torno do mês, eles diziam que havia um dragão que cuspia fogo e que esse bicho passeava pelo céu durante todo o mês de agosto. Na verdade, esse maldito dragão era a constelação de Leão nos céus do hemisfério norte.
Coincidências à parte, Augustus foi um dos mais sanguinários imperadores de toda a história.
O curioso é ver que em todo o mundo há uma certo “pé atrás” em relação a esse mês:

Em Portugal, as mulheres não se casavam jamais nesse mês. A explicação era que agosto era o mês em que todos os homens saiam para navegar nessa época. As mulheres que se casassem em agosto não teriam lua-de-mel ou ficavam viúvas, já que era comum muitos marinheiros morrer em alto-mar!
Ao que tudo indica, os portugueses trouxeram esse costume para o Brasil em ocasião da descoberta.
A Alemanha parece ser um dos poucos lugares do mundo onde o mês das noivas é agosto. As moçoilas de lá preferem se casar, de preferência, numa sexta-feira.

Os argentinos preferem não lavar a cabeça em agosto. Fazer isso, acreditam, chama a morte pra dentro de casa!
É considerado o mês do cachorro louco, talvez devido ao fato da maioria das cadelas entrarem no cio nesse mês.

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